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Qual a verdadeira Pedra da Lua?

Existe uma confusão generalizada a nível mundial sobre a utilização do nome Pedra da Lua para referir uma determinada pedra ou cristal. Em geral na cristaloterapia o nome pedra da lua refere-se à rainha de todas as pedras e cristais: a selenite, no entanto problemas de linguística e tradução levantam muitas vezes confusão sobre qual seja a verdadeira pedra da lua. Na realidade parece tudo uma questão de detalhes e por essa razão aconselho sempre todos os utilizadores de cristais a ‘chamar os bois pelos nomes’.

 

A confusão recai normalmente pelo facto de idiomas diferentes usarem este termo para diferentes pedras. Dado que este tema é dúvida recorrente decidi esclarecer os curiosos e interessados.

 

 

1. Moonstone: A língua inglesa atribui o termo moonstone (traduzindo como pedra da lua) a um determinado cristal ou pedra encontrado maioritariamente no Sri Lanka e Índia. Na realidade esta pedra deveria ser chamada de Hecatolite. Esta pedra recebe o seu nome por realmente brilhar e vibrar debaixo de luz lunar e é muito respeitada pelos indianos pela sua beleza e utilização terapêutica. Na realidade é um composto de dois feldspatos (orthoclase e albite) e na comunidade de cristaloterapeutas é conhecida pelo nome em inglês, raramente se usando o termo traduzido. Esta pedra é usada com muito sucesso em acções sobre o 6º e 7ºs chakras estimulando igualmente a glândula pineal e os ciclos hormonais e é comum associar a moonstone com a sorte e com o amor eterno.

 

 

2. Rainbow Moonstone: Ainda na língua inglesa, e também originária do mesmo local que a Hecatolite, existe uma outra pedra com o nome popular de Rainbow moonstone. Infelizmente muitos traduzem simplesmente para pedra da lua, intensificando a confusão de denominações. Na realidade, geólogos e cristaloterapeutas usam um termo mais identificativo: labradorite branca ou labradorite de feldspato. A razão pelo nome atribuído deve-se ao facto de a cor ser semelhante ao brilho lunar e reagir à luz com tons de várias cores suaves que podem passar pelo rosa, verde e azuis. A labradorite branca é utilizada para intensificar os sonhos e permitir uma maior lucidez na sua análise e interpretação, é comum considerar-se a pedra de excelência para estimular a imaginação e desenvolver o entusiasmo criativo durante meditações. É importante focar que esta pedra não é usada directamente com qualquer chakra pela sua incapacidade de sintonizar a frequência energética humana.

 

 

3. Selenite: Para ajudar à confusão é comum chamar-se pedra lunar, ou pedra da lua, à rainha dos cristais e pedras para qualquer cristaloterapeuta: a Selenite.

 

Sobre esta pedra pode encontrar vasta informação neste artigo do Portugal Místico:

http://www.portugalmistico.com/terapias-cat/53-cristais/121-a-selenite-ou-pedra-lunar

 

 

 

4. Opalite: Por fim, aquela que os povos de expressão lusófona realmente chamam de pedra da lua e que não é uma selenite, nem uma moonstone ou rainbow moonstone mas sim uma opalite. Em geral dá-se o nome de opalite a uma pedra criada pelo homem utilizando quartzo, vidro opalizado e alguns metais para dar um efeito opalescente e quase hipnotizante com tons de azul fantasmagórico (especialmente quando em cima de um fundo negro). Esta pedra não deve nunca ser usada em terapias de cristais generalistas, não só por ser feita pelo homem (e por isso ser de difícil programação) mas também porque o seu efeito é áurico e não chakrico. É uma pedra extremamente aconselhada ao sexo feminino, em especial quando pretendem engravidar e altamente desaconselhada ao sexo masculino por ser degenerativa sobre a testosterona.

 

 

Pessoalmente prefiro usar sempre os nomes correctos das pedras e cristais que utilizo e por isso facilmente direi moonstone ou hecatolite, labradorite branca, selenite, etc. Sendo certo que uso o termo Pedra-da-Lua para a Opalite porque de facto essa é a tradição lusófona e é de facto esta a pedra que mais imita o efeito lunar sobre as mulheres e sobre a fertilidade.

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