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Déjà Vu

Muitos interessam-se pela reencarnação porque já encontra­ram alguém que lhes pareceu familiar logo à primeira vista. A primeira reacção das pessoas pode ser investigar se a outra morou, trabalhou ou estudou no mesmo lugar que elas. Tentam explicar o sentimento de familiaridade, mas não conseguem encontrar algo em comum nesta vida. Então, começam a ponderar se não conheceram essa pessoa numa vida anterior.

 

Essa situação é a razão mais comum para que as pessoas se interessem em estudar a reencarnação. Frequentemente são to­madas por dúvidas que as fazem interromper tudo, mas conti­nuam tendo a sensação de ter conhecido a outra pessoa antes.

Esse conflito faz com que desejem ir até o fundo do mistério e encontrar respostas. É, muitas vezes, o começo de uma longa busca espiritual pessoal. Encontrar alguém que tenhamos conhecido antes quase sem­pre nos faz aprender sobre nós mesmos. Os relacionamentos tor­nam as pessoas cientes de seus próprios problemas. Encontrar energias não é tanto uma oportunidade para completar um relacionamento de vida passada, mas o desafio de se defrontar com algo inacabado em nosso próprio passado.

 

Assim, as pessoas procuram meios de confirmar os sentimentos que tiveram durante esses encontros. Elas procuram formas de confirmar que, na verdade, tiveram relacionamentos na existência anterior e os reiniciaram nesta vida.

 

3 explicações válidas de Déjà vu:

  1. Explicação científica: É conhecido que o cérebro possui vários tipos de memória, como a memória imediata, responsável, por exemplo, da capacidade de repetir imediatamente um número de telefone que é dito, e logo em seguida esquecê-los; a memória de curto prazo, que é aquela que dura algumas horas ou dias, mas que pode ser consolidada; e a memória de longo prazo, que dura meses ou até anos, exemplificada pelo aprendizado de uma língua. O déjà vu acontece quando por uma falha no cérebro, os factos que estão acontecendo são armazenados directamente na memória de longo ou médio prazo, sem passar pela memória imediata. Isso dá-nos a sensação que o facto já ocorreu. Posto de forma ainda mais simples podemos dizer que o cérebro foi rápido demais na análise da sensação… mais rápido do que ele próprio a reconhecer que a teve.
  2. Experiências de Vidas Anteriores: Quando vai a algum local onde nunca esteve na vida e sente alguma familiaridade com o lugar desde o momento em que chegou, pode ter certeza de que já esteve lá numa vida anterior? Essa é uma ideia clássica de déjà vu. Pode começar a descortinar se é realmente uma experiência de vida anterior se descobrir que sabe um pouco da língua do lugar, os costumes, o vestuário, os pratos típicos, a cultura, a história e até mesmo como se orientar sem mapa ou guia. Então tudo indica que já esteve lá antes e não nesta vida!Por outro lado, quando é capaz de fazer algo com facilidade, sem nunca ter aprendido sobre aquilo, enquanto outros lutam em igualdade de condições sem nada conseguir ou muito pouco, fez isso em uma outra vida. O exemplo mais típico disso é a “criança pro­dígio”, tal como Mozart, que tocava aos três anos de idade e compunha aos cinco.
  3. Tuning Fork: Todos os seres vivos (e até o que eu chamo de seres minerais) emitem frequências energéticas que entram em contacto directo com o ‘encontro’ áurico ou pela interação dos campos presenciais energéticos. No caso do ser humano as frequências são muito complexas e constituem um conjunto dos ‘corpos’ que o compõe’ (físico, mental, subtil e etéreo). A emissão destas frequências e a interação com frequências de outros corpos e seres torna-se ainda mais notória durante exercícios de meditação ou hipnose. O fenómeno de Tuning Fork dá-se quando as frequências de alguém sintonizam as frequências de outros corpos ou seres pelo simples facto de haver um reconhecimento dessa interação em tempos idos (seja nesta ou noutras vidas). Este fenómeno pode dar sensações similares a déjà vu mas possuem características diferentes.Quando encontrar uma pessoa e sentir que já a co­nheceu antes, faça os quatro testes seguintes, pois eles ajudarão a verificar se a sensação é parte integrante deste fenómeno e por isso provavelmente um reencontro com alguém ou algo de vidas anteriores:a)   Os olhos: Os olhos são, literalmente, as janelas da Alma. Olhe nos olhos da outra pessoa. Observe se sente alguma familiaridade durante essa análise. Esse sentimento ins­tantâneo é o mais forte indicador de algum laço na vida passada.b)   As primeiras impressões: Observe as primeiras reacções diante de alguém que lhe pareça familiar. Atente para seus pri­meiros pensamentos e sentimentos. As pri­meiras impressões são intuitivas e normalmente baseadas numa experiência de vida passada caso haja um reencontro. Isso é especialmente verdadeiro quando as suas primeiras reacções parecem não ter nenhum sentido para si, nesta vida.c)   Pensar em alguém a distância: Se a pessoa, repetidas vezes, lhe vem à mente quando está distante (por exemplo, sente o impulso de lhe telefonar no exacto momento em que ela tentava ligar para si), isso reforça a ideia da possibilidade de uma ligação de vidas pas­sadas.d)   Quando os pensamentos de ambos se completam: Quando costuma dizer em voz alta o que uma outra pessoa em particular está a pensar ou começando a dizer, há indício de que se conheceram antes, reforçando esta ideia.Um outro exemplo de Tuning Fork dá-se quando tocar um objecto com o qual teve liga­ções numa vida passada, terá lembranças da vida em que o tocou pela primeira vez. Exemplo: se morreu num ter­remoto numa vida anterior, e se nesta vida tocar as pedras sob as quais morreu, será capaz de sentir a energia da­quele terremoto, ou, pelo menos, sentirá um medo ou dor re­pentinos que não poderão ser explicados pelas experiências desta vida.

 

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